Ministros do STF sugeriram a Dias Toffoli que envie o caso do Banco Master de volta para a primeira instância como forma de tirar a pressão sobre a Corte. A solução, contudo, tem um porém.
Segundo ministros do Supremo próximos a Toffoli, o envio do caso para a primeira instância dependerá da avaliação sobre o envolvimento de autoridades com foro privilegiado no caso.
Os inquéritos subiram para o STF após o deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA) aparecer em um documento apreendido pela Polícia Federal (PF) durante uma operação no caso.
Os investigadores ainda avaliam o material — enquanto isso acontece, o deputado não é sequer investigado. Há, no entanto, chance de outras autoridades com foro aparecerem na investigação.
Como mostrou o Metrópoles, Daniel Vorcaro, dono do Master, disse à PF em depoimento que chegou a conversar com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, sobre a venda do banco para o BRB.
A citação a Ibaneis, em tese, pode impedir o envio dos inquéritos sobre o Master para a primeira instância. Como governador, ele tem foro especial no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Outra sugestão dada a Toffoli para reduzir a pressão sobre o STF no caso Master, segundo apurou a coluna, seria ele tirar uma licença médica. O ministro, contudo, também resiste a essa opção.
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