Atualmente, cerca de 12,9% da população adulta brasileira convive com a doença. Nas últimas duas décadas, a prevalência do diabetes aumentou 135%, de acordo com o Ministério da Saúde.
Além de elevar o risco de doenças cardiovasculares e provocar alterações metabólicas, o diabetes pode causar sequelas incapacitantes, como o chamado pé diabético, principal responsável pelas amputações. A doença também está associada a limitações decorrentes de acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e à perda de funcionalidade após longos períodos de internação. Entre idosos, o quadro costuma ser ainda mais delicado, com maior risco de quedas, perda de massa muscular, fragilidade física e redução da autonomia.
Segundo o médico geriatra Rafael Calazans, a perda gradual da sensibilidade nos pés favorece a evolução silenciosa de ferimentos que podem se tornar irreversíveis.
Fonte: Correio | Foto: Arquivo/CORREIO
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